CURSOS & WORKSHOPS

Aprender fazendo, com o estado da arte.

Cursos e workshops construídos sobre pesquisa de fronteira e prática executiva global, orientados pelas competências que definem a próxima década.

15.000+ alunos 7 competências do futuro 13 cursos
AS 7 COMPETÊNCIAS

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Sete pilares que definem a próxima década. Clique numa competência para ver os cursos correspondentes.

OS 13 CURSOS

O catálogo completo

Cada curso é um card. Abra para ver a descrição completa e os tópicos abordados.

Tópicos flexíveis, design sob medida.

Os tópicos listados em cada curso são um ponto de partida, não uma grade fixa. Todo programa é adaptado ao contexto, ao setor e à maturidade da sua organização, e cada curso pode assumir um design exclusivo para o cliente, da seleção e profundidade dos temas à combinação de módulos de diferentes cursos, para responder ao desafio específico de cada equipe.

Entre comprar a tecnologia e extrair valor dela existe um caminho que a maioria das organizações ainda não percorreu, e a evidência é dura: a maior parte dos pilotos de IA nunca chega a escalar. Esta área trata da disciplina de transformar IA em produtividade mensurável, com o ser humano no centro do processo. Vai além de adotar ferramentas: identificar e priorizar os casos de uso de maior valor, redesenhar fluxos de trabalho de ponta a ponta (e não apenas sobrepor a IA aos processos antigos), redefinir direitos de decisão e incentivos, e enfrentar a barreira que estudos internacionais apontam como a número um, por exemplo, a falta de competência e a mudança de hábitos. Todo programa pode ser precedido por um diagnóstico com o AI PM Compass™, que estabelece a linha de base da turma.

Tópicos abordados
panorama da IA aplicada à gestão (do copiloto ao agente)seleção e priorização de casos de uso por valor e viabilidadedo piloto à escala: por que a maioria não sai do pilotoredesenho de fluxos de trabalho de ponta a pontadireitos de decisão e divisão de tarefas humano-IAadoção, hábitos e gestão da mudançaletramento em IA e capacitação das equipesgovernança responsável: privacidade, risco e conformidademétricas de produtividade, ROI e valor

Alto desempenho sempre dependeu de propósito, papéis bem desenhados, confiança e ritmo, e agora os times incluem novos integrantes, os agentes de inteligência artificial. Estimativas internacionais apontam que cerca de três quartos dos papéis atuais exigirão redesenho, requalificação ou redistribuição até 2030 por causa da IA agêntica. Em três frentes combináveis, esta área prepara o líder para isso, construir times de alto desempenho na era da IA, liderar equipes híbridas, delegar tarefas a agentes com clareza de objetivos e guardrails, supervisionar, e responder pela accountability quando a máquina erra; e desenhar deliberadamente a colaboração, mapeando onde cada papel encontra o agente, o que é supervisão humana e o que é julgamento irredutível. Trata também do lado humano que a tecnologia ameaça, confiança, identidade e propósito quando parte do trabalho migra para a máquina. É a tese que dá nome à HiLOOP™, Humans in the Loop.

Tópicos abordados
fundamentos de times de alto desempenhocomposição, papéis e responsabilidades na era da IAmapeamento de papéis aos pontos de interação com agentesdelegação a agentes: objetivos, parâmetros e guardrailssupervisão, exceções e pontos de controle humanoaccountability e responsabilidade quando a IA decideética e uso responsávelconfiança, segurança psicológica e identidadenovos papéis (supervisor de agentes, designer de fluxos híbridos)medição da produtividade e da qualidade do trabalho híbrido

O par de decisão do nosso catálogo, em duas frentes que quase nunca andam juntas. De um lado, o repertório analítico da engenharia, da ciência e da consultoria estratégica: decompor problemas ambíguos em partes tratáveis, formular hipóteses, reconhecer os vieses que distorcem o raciocínio e comunicar a análise com a clareza de quem precisa convencer um board. De outro, o pensamento científico aplicado à decisão: avaliar a qualidade da evidência, ler dados e pesquisas com olhar crítico, distinguir correlação de causa e construir uma cultura que decide por evidências, sem cair no extremo oposto, o da organização paralisada por análise. É uma competência que praticamente nenhum instrutor de gestão ensina com lastro real, porque ela não se aprende em livro de management: nasce da formação científica. Aqui, é conduzida por quem fez doutorado na USP e pós-doutorado no MIT, e passou anos estruturando decisões de alto risco na consultoria estratégica.

Tópicos abordados
enquadramento e definição do problema certodecomposição (issue trees) e priorizaçãoformulação e teste de hipótesesvieses cognitivos na análise e na decisãoqualidade e hierarquia da evidênciacorrelação, causalidade e armadilhas de dadosdecisões reversíveis vs. irreversíveisseparar sinal de ruído sob incertezasíntese e comunicação executivaconstrução de uma cultura de decisão por evidências

Produtos e sistemas complexos não atingem seus objetivos e entregam benefícios, com frequência, não por problemas técnicos nem por problemas gerenciais isoladamente, mas pelo desalinhamento entre as duas, e entre os níveis de decisão que as cercam. Esta área trata da governança completa da entrega complexa em três frentes que raramente conversam: a integração entre gestão de programas e engenharia de sistemas, a gestão de portfólio (o que fazer e, sobretudo, o que não fazer) e a evolução da própria função, além da discussão sobre funções de suporte, como o PMO do futuro, potencializado por IA e automação. É uma área em que Edivandro desenvolveu pesquisas no MIT, e publicou livro inédito pela Wiley.

Tópicos abordados
ciclo de vida de produtos e sistemas complexosintegração programa × engenharia de sistemasrequisitos, interfaces e arquiteturagovernança técnica e de decisãoestruturação e priorização de portfólioportfólio na era de IAbalanceamento de risco, capacidade e retornoa decisão de não fazero PMO do futuroautomação e IA nas rotinas de governançaroadmap de transformação da função

Durante duas décadas, as organizações buscaram agilidade redesenhando estruturas, processos e formas de trabalho. A IA está alterando esta equação: pode ser a maior alavanca de capacidade de resposta já disponível, ou apenas mais uma camada de complexidade. Esta área trata do ciclo completo da agilidade no nível do negócio, formular estratégias que assumem a mudança como premissa, redesenhar estruturas, governança e fluxos de decisão, e desenvolver a cultura e os comportamentos que sustentam a transformação para além dos métodos. Incorpora ainda a disciplina de execução, traduzir a estratégia em portfólio, iniciativas e responsabilidades claras, e usar a IA para dar velocidade e transparência à entrega, tema ao qual Edivandro dedicou anos liderando transformações e Think Tanks globais.

Tópicos abordados
estratégia adaptativa e ciclos curtosleitura de ambiente, sinais e tendênciasdiagnóstico de agilidaderedesenho de estruturas e papéis organizacionaisfluxos e direitos de decisãocultura e comportamentos para agilidadepapel da liderança na mudançatradução da estratégia em portfólio e iniciativasalinhamento da agilidade à estratégia e ao modelo operacionalacompanhamento orientado a valor

A gestão de projetos e programas sempre repetiu o argumento do “one size does not fit all”, mas a questão principal sempre foi como colocá-lo em prática. Esta área responde a isso com método, partindo de uma convicção testada em pesquisa: o falso binário entre ágil e preditivo já custou caro demais às organizações, e o que separa quem entrega de quem apenas segue o modismo é o desenho deliberado de modelos híbridos adaptados para cada contexto de negócios. O ponto de partida é o diagnóstico do ambiente do projeto: grau de incerteza, ritmo de mudança, maturidade do time, natureza do produto e expectativa do cliente. A partir dessa leitura, decide-se quando usar cada abordagem, e desenha-se um modelo coerente com o contexto. Da pesquisa de Edivandro saíram instrumentos concretos para isso: modelos que combinam a flexibilidade da descoberta adaptativa com a governança de portfólio que a organização precisa para decidir onde investir, quais são as prioridades, com ciclos curtos de replanejamento que mantêm o plano vivo, em vez de congelado num documento.

Tópicos abordados
critérios de escolha entre abordagens de gestãodesenho de modelos híbridos por contextopapéis, cadências e artefatosplanejamento iterativo e replanejamentométricas e governança em ambientes híbridosimplantação, escala e armadilhas comunscomo sustentar a mudança de modelo de gestão

Transformações tratadas como projetos fracassam, porque mudança em escala exige governança de outro nível e enfrenta a parte mais difícil e mais ignorada: as pessoas e a cultura. Pesquisas internacionais são consistentes: a maioria das transformações não entrega o valor esperado, e a causa raramente é técnica. Esta área trata da disciplina completa de transformar organizações, o desenho e a governança de iniciativas de transformação; os papéis da liderança e do patrocínio executivo; a gestão da mudança e dos comportamentos, vencendo resistência e fadiga; e a sustentação dos resultados para além do entusiasmo inicial, instalando capacidade de mudança como rotina. É o repertório de quem liderou transformações de larga escala à frente da prática de Business Agility & Transformation de multinacional americana.

Tópicos abordados
por que transformações fracassamtransformação como constante, não como projetodesenho e governança de iniciativas de transformaçãopapéis da liderança e do patrocínio executivoengajamento, resistência e fadiga de mudançacultura e comportamentoscomunicação da mudançagestão de stakeholders e coalizõesmétricas de adoção e de valorsustentação e capacidade de mudança contínua

A IA não muda apenas as ferramentas do executivo; muda também o trabalho de decidir, e amplia a responsabilidade de enxergar antes, de descobrir e criar o futuro. Esta área trata da agenda do líder da próxima década: competências, dilemas éticos e decisão aumentada por dados e IA, com o julgamento humano no centro. Explora a prática do strategic foresight como competência executiva: a capacidade estruturada de explorar múltiplos futuros plausíveis e traduzi-los em decisão de impacto de longo prazo, investimento e capacidade de adaptação. A maioria dos líderes empresariais acreditam que a disrupção vai manter ou acelerar o ritmo nos próximos cinco anos, e o foresight é a disciplina que preenche essa lacuna, com métodos como rastreamento de sinais, construção de cenários e backcasting.

Tópicos abordados
competências do executivo na era da IAdecisão aumentada: dados, IA e julgamento humanofundamentos de strategic foresighthorizon scanning e detecção de sinais fracosanálise de tendências e megatendênciasconstrução e uso de cenáriosbackcasting e futuros plausíveisdilemas éticos e responsabilidadeagenda de aprendizado e reinvenção contínuaposicionamento e relevância executiva

Ideias não se defendem sozinhas, e conhecimento sem voz não influencia. Esta área une as duas pontas da influência. A comunicação de impacto: estruturar narrativas executivas, sustentar presença de palco e apresentar dados que decidem, da sala de diretoria ao grande auditório (e, cada vez mais, à câmera). E a construção deliberada de thought leadership: numa era em que a influência virou moeda e é confundida com conhecimento, é a disciplina de transformar expertise real em autoridade reconhecida, território, posicionamento, agenda editorial, publicação, palcos e mídia, construídos com método, para executivos e especialistas que querem construir sua voz, e para organizações que querem fazer do conhecimento profundo um ativo de marca. Edivandro dirigiu a área de Thought Leadership em escala global, e traz experiência profunda no tema.

Tópicos abordados
estruturação de narrativas executivasstorytelling com dadoscomunicação para decisãopresença de palco e domínio da entregaadaptação a públicos e formatos (board, keynote, mídia, vídeo)expertise real vs. influência de superfíciedefinição do território de autoridadeposicionamento e mensagem centralagenda editorialconstrução de audiência e canaisconsistência, reputação e autoridade de longo prazo

Gerenciar pesquisa e desenvolvimento é diferente de gerenciar projetos convencionais: a incerteza é alta, o escopo é descoberta e o sucesso raramente é linear. E negócios nascidos da ciência têm natureza própria, risco técnico real, ciclos longos, capital intensivo e validação em duas frentes, científica e comercial. Esta área cobre as duas pontas: a gestão de programas e projetos de P&D (do front end ao funil e ao portfólio de apostas, com pontos de decisão e gestão do risco técnico) e a jornada deep tech da bancada ao mercado. Aqui entram os instrumentos que dão linguagem comum a engenheiros, gestores e investidores, os níveis de maturidade tecnológica (TRL), a travessia do “vale da morte”, a lacuna de financiamento entre a prova de laboratório e a tração comercial onde a maioria das boas tecnologias morre.

Tópicos abordados
características e tipologia de projetos de P&Dgestão da incerteza e do risco técnicotechnology roadmappingfront end da inovação e funil de apostasníveis de maturidade tecnológica (TRL)o “vale da morte” e a lacuna de financiamentovalidação científica e comercial em paralelogo-to-market integrado ao roadmap técnicopropriedade intelectual como ativofunding, parcerias e ecossistema (público e privado)do protótipo à escala industrial

Há um abismo entre o que a ciência produz e o que as organizações conseguem absorver, e ele custa caro aos dois lados. Mais do que atravessar essa ponte, esta área trata de algo maior: como desenvolver ciência e traduzi-la em aplicação e uso em larga escala. Cobre a transferência de tecnologia, as parcerias academia-empresa que de fato funcionam (alinhando incentivos e horizontes que raramente coincidem), a tradução entre dois mundos que falam línguas diferentes, e a travessia do laboratório ao negócio. Edivandro viveu (e vive) os dois lados dessa fronteira, a pesquisa, da USP ao MIT, e o mercado, e construiu a carreira exatamente sobre ela.

Tópicos abordados
o abismo ciência-mercado e seu custotradução de pesquisa em produto, decisão e estratégiatransferência de tecnologiaparcerias academia-empresa que funcionamalinhamento de incentivos e horizontescomunicação científica para executivosdo paper ao protótipo e ao negóciopropriedade intelectual e licenciamentomodelos de colaboração e financiamento de pesquisa aplicadacarreiras na interseção ciência-mercado

Inovar em ambientes de incerteza exige uma competência que raramente é treinada: criar em tempo real. A improvisação oferece princípios poderosos para isso: escuta ativa, aceitação e construção sobre a ideia do outro, adaptação contínua. A pesquisa de Edivandro com colegas do MIT, publicada na MIT Sloan Management Review, revelou, entre outros achados, que times atuando em certos contextos e com certas características são nove vezes mais propensos a apresentar altos níveis de improvisação. Esta área traduz esses resultados em um framework prático e vivencial, as condições de cultura, estrutura e prática deliberada que ajudam a desenvolver essa competência.

Tópicos abordados
o que é (e o que não é) improvisação nos negóciosimprovisação como competência que se desenvolveescuta ativa e construção colaborativa (“sim, e...”)os fatores que habilitam a improvisação (cultura, estrutura, prática)ambiente e segurança para improvisarimprovisação e agilidadepráticas e ferramentas aplicáveisdinâmicas vivenciais e transferência para o dia a dia

O Future of Jobs Report 2025 projeta que 39% das competências essenciais do mercado mudarão até 2030, e que 63% dos empregadores já veem o gap de competências como a maior barreira à transformação. Ainda assim, quase nenhuma organização trata a reinvenção profissional como disciplina. Esta área transforma o número em método: construir o hábito da reinvenção contínua, decidir o que aprender e o que abandonar, transformar experiência acumulada em ativo e sustentar carreiras longas, inclusive as que atravessam fronteiras. Nasce de uma trajetória vivida em múltiplos atos, pesquisador, executivo global, empreendedor, e é desenhada para programas de desenvolvimento, universidades corporativas e jornadas de liderança.

Tópicos abordados
o dado dos 39% e o mapa de competências em transformaçãoas competências humanas que a IA não substituireinvenção como hábito: o que aprender, o que abandonaraprendizado contínuo e curiosidade como métodotransições de carreira e timingexperiência e repertório como ativo e vantagemmarca pessoal e posicionamentointernacionalização: relevância além do próprio mercadoconstrução de rede e capital de carreira
RESULTADO PARA O NEGÓCIO

O que cada curso entrega

Uma lente de ROI: cruza cada curso com os resultados de negócio que ele mais impulsiona. Passe o mouse para destacar.

CursoProdutividade & EficiênciaDecisão & EstratégiaInovação & CrescimentoLiderança & PessoasAdaptação & Resiliência
1Adotando IA para Gestão
2Pessoas e IA
3Pensamento Analítico e Decisão
4Programas Complexos (Eng., PMO)
5Estratégia e Agilidade
6Modelos Híbridos de Gestão
7Transformação em Escala
8O Executivo do Futuro
9Comunicação e Thought Leadership
10P&D, Deep Tech e Inovação
11Ciência e Mercado
12Improvisação para Inovação
13Carreira em Reinvenção

Passe o mouse (ou toque, no celular) sobre qualquer célula para ver o resultado de negócio que cada curso entrega.

Resultado principal
Também entrega
Não é o foco
FORMATOS

Três formas de entregar

Presencial

Workshop imersivo in-company, no Brasil ou no exterior: 8h (dia intensivo) a 16h (dois dias).

Virtual ao vivo

A mesma profundidade a distância, em sessões de 2 a 4 horas, para times distribuídos.

Sob medida

Módulos combináveis em trilhas por competência, com customização por setor.

POR QUE ESTES CURSOS

Por que estes cursos

01

Ciência e estado da arte

Doutorado na USP e pós-doutorado no MIT, e atual Research Affiliate do MIT. Um profissional com profundidade de conhecimento nos temas mais relevantes da atualidade.

02

Conselhos de quem já esteve lá

Ex-executivo de multinacional americana, advisor global para empresas de grande escala, direção da agenda global de uma instituição nos Estados Unidos.

03

Aprende-se com quem escreveu o material

Vários livros adotados como referência em universidades, e cada curso amarrado às publicações que o sustentam.

04

Frameworks autorais, reconhecidos internacionalmente

Do IVPM2, premiado internacionalmente, ao AI PM Compass™. O cliente leva propriedade intelectual própria, exclusiva e reconhecida.

PERGUNTAS FREQUENTES

O que costumam perguntar

Pelas sete competências que estudos internacionais apontam como as mais críticas até 2030, alinhadas às competências do Future of Jobs Report 2025, do World Economic Forum.

Entre 8 e 16 horas na maioria dos casos, um dia intensivo, dois dias consecutivos ou módulos espaçados.

Os dois: workshop presencial imersivo ou curso virtual ao vivo, em sessões de 2 a 4 horas.

Sim. Nenhum programa é de prateleira: setor, casos e profundidade são ajustados ao contexto da organização, e cada curso pode assumir um design exclusivo para o cliente.

De equipes técnicas e PMOs a diretoria e C-level, cada curso indica o público ideal.

Em português ou em inglês, conforme a necessidade da organização.

Sim. As áreas são modulares e podem ser combinadas em trilhas sob medida, inclusive por competência.

Nos temas de IA, o programa pode ser precedido por um diagnóstico que estabelece a linha de base da turma e orienta a personalização, com foco em gestão de projetos e produtos.

Objetivos e indicadores são definidos com o contratante; nos temas de IA para projetos, o Compass™ pode ser adotado como ferramenta para acompanhar a evolução dos profissionais.

Sim. Certificado de participação e material digital com conceitos, ferramentas e referências.

Sim. Programas presenciais em qualquer localidade (mediante disponibilidade de agenda) e o formato virtual atende equipes em qualquer lugar.

O curso estrutura a formação; o workshop é imersivo e trabalha desafios reais; a mentoria leva o mesmo repertório ao formato individual.

Os valores variam conforme formato, carga horária e customização. Solicite uma proposta para nossa equipe.

Desenhe a formação do seu time pelas competências da próxima década.

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