PALESTRAS & KEYNOTES

Onde o mercado traz opinião sobre o futuro, eu trago dados sobre o presente.

Temas avançados, o básico não traz diferencial.

Keynotes e palestras que unem pesquisa de fronteira e experiência executiva global, para provocar as decisões que sua organização está adiando.

ALCANCE
+20.000

Nos últimos anos, Edivandro falou para mais de 20.000 profissionais de diversos países sobre tecnologia e adoção de IA em organizações líderes mundiais da lista Fortune 500.

Edivandro Conforto em keynote em Viena, Áustria

Algumas das organizações impactadas pelas minhas ideias

Levei minhas ideias a palcos internacionais e já palestrei e ministrei aulas para dezenas de milhares de pessoas ao redor do mundo, comunicando temas complexos de forma simples. Mas o que define minhas palestras não é o alcance, e sim o método: não subo ao palco para falar apenas de tendências.

Cada tema nasce de pesquisa, de produto construído ou de transformação que liderei, e é desenhado para provocar.

Acredito que uma boa palestra termina com uma pergunta incômoda na cabeça de quem decide. É o que o trânsito entre dois mundos, o da ciência e o da prática, me permite fazer: provocar com evidência, e transformar o desconforto em motivação para ação.

AS 7 COMPETÊNCIAS

Navegue os temas por competência

Sete pilares que organizam o repertório. Clique numa competência para ver os temas correspondentes.

PANORAMA · TEMAS × PÚBLICO

Para qual plateia cada tema pesa mais

A intensidade indica para qual público cada tema é mais forte: cor cheia para o público principal, clara para o também relevante. Passe o mouse para destacar.

TemaC-Level / Exec.Gestores / LíderesTimes / Espec.Carreira (todos)
1Produtividade com IA
2O fim das profissões?
3Pensamento sistêmico e repertório
4Decidir sem dados
5Transformação é constante
6Agilidade é estratégica
7Organizações híbridas (IA + humano)
8Estratégia morre na execução
9Talentos ou times?
10Expertise não é influência
11Gerir o que ainda não existe
12Da pesquisa ao mercado
13Improvisação para criatividade
1439% das competências expiram
15Não se torne irrelevante

Passe o mouse (ou toque, no celular) sobre qualquer célula para ver a força de cada tema por tipo de plateia.

Público principal
Também relevante
Não é o foco
OS 15 TEMAS

Quinze temas, sete competências

Cada um carrega uma provocação no título e um lastro que a sustenta, um número, uma pesquisa, uma travessia vivida. E nenhum é de prateleira: conteúdo avançado, exemplos e profundidade calibrados para cada plateia.

A IA está cercada de promessas grandiosas e de muito pouca produtividade real demonstrada por dados e evidências, e a distância entre comprar a tecnologia e de fato extrair valor dela é hoje um dos maiores desafios de gestão. Nesta palestra, mostro por que tantas iniciativas de IA não saem do piloto, o que separa as organizações que medem e conseguem resultados das que apenas apostam, e o caminho para repensar processos, papéis e decisões. É a fronteira em que atuo como Chief Science Officer da HiLOOP™, onde desenvolvi o AI PM Compass™.

Toda plateia de gestão carrega hoje a mesma pergunta silenciosa: a minha profissão vai sobreviver? Respondo com evidência, não com futurologia: o que a IA já automatiza, o que ela amplifica e o que permanece irredutivelmente humano: o julgamento, o contexto, a decisão. Não é o fim das profissões, é o fim das profissões no formato como as conhecemos, e quem entende a diferença sai na frente. Uma provocação direta, sustentada por pesquisa e pela prática de quem constrói tecnologia de gestão com IA.

Quanto mais a IA domina o conhecimento especializado, mais valiosa fica a competência que ela não tem: enxergar o sistema inteiro e conectar o que parece desconexo. Pensamento sistêmico e repertório, a amplitude de quem transita entre disciplinas, são o que permite reinventar-se quando a especialização de hoje vira commodity amanhã. Como pesquisador com experiência em ambientes complexos de tecnologia e inovação, e como executivo que atravessou ciência, consultoria e empreendedorismo, nesta palestra mostro por que o profundo e o amplo deixaram de ser opostos, e como construir o repertório que sustenta as próximas reinvenções.

Vivemos um tempo em que a incerteza deixou de ser exceção, e decidir com informação incompleta tornou-se a regra. Esta palestra une o rigor do pesquisador à experiência de quem tomou decisões reais de negócio: separar o que é sinal do que é ruído, distinguir decisões reversíveis de irreversíveis, e por que tratá-las diferente, e construir convicção sem cair em excesso de confiança.

Transformações tratadas como projetos fracassam, porque projeto tem fim, e mudança, hoje, não tem mais. As organizações que prosperam pararam de tratar a transformação como um evento com data para iniciar e acabar e passaram a tratá-la como estado permanente: governança que não desmobiliza, cultura que se renova e capacidade de mudança instalada como rotina. Liderei transformações de larga escala como Executive Advisor, e Líder de prática em uma multinacional americana, e nesta palestra mostro o que muda quando a transformação deixa de ser projeto e vira constante, e o que é necessário para se ter sucesso nas transformações na era da Inteligência Artificial.

Depois de analisar dezenas de definições de agilidade na literatura e validar um construto científico, publiquei a conclusão que sustenta esta palestra: agilidade é competência do time, e não um adjetivo de método ou framework. E é justamente por ser competência, e não método, que a agilidade se torna estratégica: algo que se desenvolve e se sustenta, não que se compra com um framework da moda. Uma provocação com base científica para organizações cansadas de transformações que não entregam.

O falso binário entre ágil e tradicional já custou caro demais às organizações, e a era da IA traz um novo híbrido a desenhar: o de pessoas e máquinas. Minha pesquisa sobre modelos híbridos de gestão, premiada internacionalmente, e os trabalhos que se seguiram, mostra que a combinação deliberada supera a adesão cega de abordagens. O mesmo princípio vale agora para combinar inteligência artificial e competências humanas: design, não modismo. Nesta palestra, apresento como desenhar o modelo certo para cada contexto, de práticas de gestão a equipes humano-IA, em vez de herdar um por acidente.

A maioria das estratégias não falha por má concepção, e sim no abismo entre o que se decide no board e o que acontece na operação. Ajudei a conceber um Think Tank global, exatamente para atacar este problema, e nesta palestra trago o que aprendi nesse percurso: por que planos excelentes nunca viram resultado e o que as organizações que executam com excelência fazem de diferente.

A IA prometeu o “time de uma só pessoa”, o profissional que, sozinho, faria o trabalho de muitos. Mas um grupo de pessoas talentosas nunca foi, automaticamente, um time, e nem a tecnologia mais avançada muda o que transforma talento individual em capacidade coletiva. Construí e liderei times de alta performance, alguns responsáveis por entregas que poucos acreditavam ser possíveis. Nesta palestra, trato do que a IA não substitui: confiança, segurança psicológica e ambição como combustível, e por que, mesmo na era dos times de uma só pessoa, o alto desempenho continua sendo coletivo.

Vivemos a era da atenção: a influência virou moeda, e passou a ser confundida com conhecimento. Enquanto especialistas de profundidade permanecem invisíveis, influenciadores moldam o que o público entende por expertise, e o conhecimento profundo, construído em anos de especialização, perde espaço para a opinião veloz. Nesta palestra, trato dos dois lados desse desequilíbrio: por que expertise sem voz não influencia, e por que influência sem lastro não é conhecimento. Thought leadership é a resposta: a disciplina de transformar conhecimento real em autoridade reconhecida, com estratégia, posicionamento, e presença construídos com método. Dirigi exatamente essa função em escala global. Mostro como competir e ter sucesso no jogo da atenção sem abrir mão do rigor, para profissionais que querem construir sua voz e para organizações que querem fazer do conhecimento profundo um ativo de marca.

Inovar é gerir o que ainda não existe: projetos em que o caminho é incerto, o resultado é imprevisível e as abordagens tradicionais de gestão não funcionam. Foi o objeto central da minha formação como pesquisador, do laboratório à indústria, e nesta palestra conduzo a pesquisa, desenvolvimento e inovação como disciplina, do papel e rascunhos em que as ideias nascem (ou morrem) ao portfólio de apostas em P&D que equilibra risco e horizonte.

Entre a ideia, a pesquisa e o mercado existe uma travessia que mata mais tecnologias do que qualquer concorrente, e atravessá-la é menos sobre ciência ou sobre mercado, e mais sobre ligar os dois. Vivi os dois lados dessa ponte: a pesquisa, em instituições de primeira linha no Brasil e no exterior, e o mercado, em uma multinacional americana de tecnologia. Nesta palestra, trato do que faz uma ideia sair do papel e virar resultado real, transferência de conhecimento, o encontro entre o rigor de quem pesquisa e a urgência da entrega, e a tradução entre dois mundos que falam línguas diferentes.

Improvisação parece espontânea, mas pode ser deliberadamente desenvolvida, foi o que mostrou a pesquisa que conduzi no MIT, publicada na MIT Sloan Management Review. Entre os achados, um número que provoca qualquer plateia: times com abordagem de gestão apropriada se mostraram nove vezes mais propensos a altos níveis de improvisação (leia-se criatividade). Nesta palestra, apresento as condições que transformam improviso em vantagem competitiva, cultura, estrutura e prática deliberada, para além da música e do teatro.

O dado é do Future of Jobs Report 2025, do World Economic Forum: 39% das competências essenciais exigidas no mercado de trabalho deverão mudar até 2030. Nesta palestra, desdobro o número em questionamentos estratégicos, o que aprender, o que abandonar e como construir o hábito da “reinvenção profissional contínua”, antes que o mercado decida por você. Uma provocação para plateias que sabem que estabilidade, hoje, é a mais perigosa das ilusões.

A tecnologia que promete transformar nossas vidas e trabalho, no mesmo movimento, pode te tornar dispensável, se você delega a ela justamente o que deveria estar aprendendo. Carreiras longas não se sustentam por inércia, e sim por reinvenção sobre uma base sólida. A minha própria trajetória teve vários atos distintos: pesquisador, executivo global, empreendedor, e de volta ao empreendedorismo. Nesta palestra, compartilho o que cada travessia ensina sobre os segundos e terceiros atos de uma carreira, e como transformar experiência acumulada em ativo, em vez de se automatizar para fora do jogo.

Temas sob medida. Além destes, novos títulos são desenhados a partir do mesmo repertório de pesquisa e experiência, conforme a plateia e o evento.

FORMATOS

Três formas de chegar à plateia

Sempre ao vivo, com espaço para perguntas, em português ou em inglês.

Presencial

O formato clássico do keynote: no palco do seu evento, convenção ou conferência, no Brasil ou no exterior. É onde presença, narrativa e provocação operam em potência máxima.

Virtual ao vivo

Transmissão ao vivo para equipes distribuídas, eventos online e encontros globais, com a mesma interação e espaço para perguntas, sem fronteiras de localização.

Híbrido

O evento presencial com transmissão simultânea para plateias remotas, unindo a energia do palco ao alcance do virtual.

Duração típica de 45 a 60 minutos, com espaço para perguntas, adaptável ao desenho do evento. Também disponível para painéis, entrevistas moderadas e conversas com lideranças.

PÚBLICO E EVENTOS

Para cada plateia

Quatro tipos de plateia e evento, com a linguagem calibrada para cada uma, do time técnico ao C-level.

Eventos corporativos

Kickoffs, convenções anuais, encontros de lideranças.

Congressos setoriais e associações profissionais

Keynotes, mesas redondas, fire-chats.

Encontros de inovação e P&D

Plateias técnicas, de engenharia, manufatura e pesquisa.

Universidades e escolas de negócio

Aulas magnas, formaturas e eventos acadêmicos.

PERGUNTAS FREQUENTES

O que costumam perguntar

O formato típico é de 45 a 60 minutos, com espaço adicional para perguntas e respostas. A duração é adaptável ao desenho do evento.

Os dois, e também o formato híbrido. O keynote presencial pode acontecer em qualquer localidade, no Brasil ou no exterior; o virtual ao vivo atende equipes e eventos em qualquer lugar; e o híbrido une o palco à transmissão simultânea.

Em português ou em inglês, conforme o público do evento.

Sempre. Nenhuma palestra é de prateleira: o tema é calibrado ao setor, ao momento da organização e ao perfil da plateia, e novos títulos podem ser desenhados sob medida a partir do mesmo repertório de pesquisa e experiência.

De convenções de liderança e eventos corporativos a congressos setoriais, encontros de inovação e P&D, associações profissionais, universidades e escolas de negócio. A linguagem é calibrada para cada plateia, do time técnico ao C-level.

Sim. Palestro em palcos internacionais há anos, em português e em inglês, e o formato virtual elimina qualquer fronteira.

Sim, e costuma ser onde o impacto se multiplica. A palestra pode integrar um programa de desenvolvimento, assessorias, ou projetos de consultoria, antes ou depois do evento.

As condições de gravação e de uso interno do conteúdo são definidas caso a caso, na proposta.

Biografia oficial, fotos em alta resolução e sinopse do tema para a comunicação do evento.

Tão logo a data do evento esteja definida, a agenda é organizada com meses de antecedência, e datas concorridas se esgotam primeiro.

Os valores variam conforme formato, localidade, idioma e personalização. Solicite uma proposta informando data, cidade e público estimado do evento.

Leve ao seu palco uma provocação que termina em decisão.

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